quinta-feira, 13 de março de 2014

Auguste Comte
 Positivismo





O positivismo é uma linha teórica da sociologia, criada pelo francês Auguste Comte (1798-1857 - foto ao lado), que começou a atribuir fatores humanos nas explicações dos diversos assuntos, contrariando o primado da razão, da teologia e da metafísica. Segundo Henry Myers (1966), o "Positivismo é a visão de que o inquérito científico sério não deveria procurar causas últimas que derivem de alguma fonte externa, mas, sim, confinar-se ao estudo de relações existentes entre fatos que são diretamente acessíveis pela observação".


Em outras palavras, os positivistas abandonaram a busca pela explicação de fenômenos externos, como a criação do homem, por exemplo, para buscar explicar coisas mais práticas e presentes na vida do homem, como no caso das leis, das relações sociais e da ética.



Para Comte, o método positivista consiste na observação dos fenômenos, subordinando a imaginação à observação. O fundador da linha de pensamento sintetizou seu ideal em sete palavras: real, útil, certo, preciso, relativo, orgânico e simpático. Comte preocupou-se em tentar elaborar um sistema de valores adaptado com a realidade que o mundo vivia na época da Revolução Industrial, valorizando o ser humano, a paz e a concórdia universal.



O positivismo teve fortes influências no Brasil, tendo como sua representação máxima, o emprego da frase positivista “Ordem e Progresso”, extraída da fórmula máxima do Positivismo: "O amor por princípio, a ordem por base, o progresso por fim", em plena bandeira brasileira. A frase tenta passar a imagem de que cada coisa em seu devido lugar conduziria para a perfeita orientação ética da vida social.



Embora o positivismo tenha tido grande aceitação na Europa e também em outros países, como o Brasil, e talvez seja, a base do pensamento da sociologia, as ideias de Comte foram duramente criticadas pela tradição sociológica e filosófica marxista, com destaque para a Escola de Frankfurt.

Positivismo


Definição


O positivismo é uma corrente filosófica que surgiu na França no começo do século XIX. Os principais idealizadores do positivismo foram os pensadores Augusto Comte e John Stuart Mill. Esta escola filosófica ganhou força na Europa na segunda metade do século XIX e começo do XX, período em que chegou ao Brasil.

Princípios

O positivismo defende a ideia de que o conhecimento científico é a única forma de conhecimento verdadeiro. De acordo com os positivistas somente pode-se afirmar que uma teoria é correta se ela foi comprovada através de métodos científicos válidos.

Os positivistas não consideram os conhecimentos ligados as crenças, superstição ou qualquer outro que não possa ser comprovado cientificamente. Para eles, o progresso da humanidade depende exclusivamente dos avanços científicos.

Influências

O positivismo teve muita influência na literatura. No Brasil, por exemplo, influenciou escritores naturalistas como Aluísio de Azevedo e Raul Pompéia.

Curiosidade

- A frase “Ordem e Progresso” que encontramos na bandeira brasileira é de inspiração positivista.

terça-feira, 11 de março de 2014


SÓCRATES

Sócrates foi o pioneiro do que atualmente se define como Filosofia Ocidental. Nascido em Atenas, por volta de 470 ou 469 a.C., seguiu os passos do pai, o escultor Sofrônico, ao estudar seu ofício, mas logo depois se devotou completamente ao caminho filosófico, sem dele esperar nenhum retorno financeiro, apesar da precariedade de sua posição social. Seu trabalho seria marcado profundamente pelos textos de Anaxágoras, outro célebre filósofo grego.

No início, Sócrates caminhou pelas mesmas veredas dos sofistas, mas ao retomar seus princípios ele os universalizou, empreendendo a jornada típica do pensamento grego. Suas pesquisas iniciais giraram em torno do núcleo da alma humana. Até hoje este filósofo é sinônimo de integridade moral e sabedoria, pois sempre agiu com ética, responsabilidade, e tornou-se padrão de perfeita cidadania.

Ele desprezava a política e não se adaptava à vida pública, embora tenha exercido algumas funções no quadro político, inclusive como soldado. Seu método filosófico ideal era o diálogo, através do qual ele se comunicava da melhor forma possível com seus contemporâneos, no esforço de transmitir seus conhecimentos para os cidadãos gregos. Além de legar ao mundo sua sabedoria sem par, ele também formou dois discípulos fundamentais para a perpetuação e desenvolvimento de seus ensinamentos –Platão e Xenofontes -, embora não tenha deixado por escrito o fruto de suas pregações.

Casado com Xantipa, nunca priorizou sua família, sempre entregue ao exercício dos dons de que era dotado. Sua essência crítica e justa o levava a crer que tinha uma importante missão, a de multiplicar seres igualmente dotados de sabedoria, probidade, moderação. Este caminho o levaria a se chocar com a cúpula dos governantes, na qual conquistaria inimigos e insatisfação. A contundência de sua fala, o rigor de sua personalidade, seu viés crítico e mordaz, suas idéias muitas vezes opostas à estrutura social vigente e o método educativo de que se valia, geraram-lhe antagonistas no seio da estrutura política que então dominava a Grécia.

O comportamento de Sócrates desencadeou em sua prisão, acusado por Mileto, Anito e Licon, de perverter a juventude e renegar os deuses cultuados pelos gregos, trocando-os por outros. Recebendo a oportunidade de advogar a seu favor, diante do tribunal e dos homens, ele se recusou, pois não pretendia renunciar ao que acreditava e ao que pregava a seus conterrâneos. Ele preferia ser condenado pela justiça terrena e preservar, diante da imortalidade, a verdade de sua alma. Assim, optou pela morte, decretada por seus juízes, através do voto da maioria.

Mesmo diante da chance de fugir, arquitetada por seu seguidor Criton, com a complacência da justiça grega, ele recuou, pois não desejava ferir as leis de seu país. Ao esperar a execução de sua sentença, prorrogada por um mês - graças a uma lei que não permitia o cumprimento desta pena enquanto um navio empreendesse uma jornada até Delos, oferecida em cumprimento de um voto -, preparou-se psicologicamente para esta viagem além-túmulo, em conversas espiritualizadas com seus amigos.

Após ter bebido calmamente seu cálice de cicuta, veneno mortal, ele teria dito “devemos um galo a Esculápio”, pois acreditava que o suposto deus da Medicina o tinha libertado da enfermidade conhecida como ‘vida’, liberando-o para a morte. Desta forma ele partiu em 399 a.C., aos 71 anos.

Fonte: Manuais de Filosofia

segunda-feira, 10 de março de 2014

Ensino de Filosofia no Ensino Médio 

 
Em 2008, sob o número 11.864 foi instituída a obrigatoriedade do ensino das disciplinas de filosofia e sociologia nos currículos escolares do ensino médio, como elementos necessários ao exercício da cidadania.Observando a realidade antes exposta, acerca das diversas teorias pedagógicas presentes em nosso sistema educacional principalmente da teoria racional-tecnológica, pode-se dizer que o ensino destas duas disciplinas se insere neste contexto de integração dos saberes e do aprendizado de vida em sociedade, o chamado aprender a conviver proposto pela UNESCO.
Porém, mesmo com estes objetivos, se o trabalho docente nestas áreas for desenvolvido de forma tradicional, com o aluno decorando conteúdo e o professor simplesmente transmitindo-o, numa educação bancária. Esses objetivos não poderão ser alcançados, visto que essas disciplinas são questionadoras por natureza, em seu próprio modus operandi, o status quo propalado pelo sistema hegemônico em que vivemos. Trata-se de formar um cidadão crítico, consciente de seus direitos e suas obrigações enquanto ser humano, mas que está vinculado a uma eticidade maior dada pelos 
compromissos que assume na sociedade/comunidade. 

A filosofia, de forma mais particular, é questionadora desde suas características principais: a radicalidade na busca da raiz das coisas, a rigorosidade na aplicação da linguagem e a visão de conjunto da realidade. Sendo seu papel pensar aquilo que é e também aquilo que deve ser. Assim, por mais que o professor seja tecnicista, não conseguirá eximir-se da responsabilidade de fazer com que os alunos pensem, pois 
somente a apreensão de conceitos prontos já faz com que os educandos passem a problematizar a realidade em que vivem, seja comparando-a com o pensamento dos grandes mestres, seja apenas entendendo o porque dessa forma de pensar. 

A filosofia, de forma mais particular, é questionadora desde suas características principais: a radicalidade na busca da raiz das coisas, a rigorosidade na aplicação da linguagem e a visão de conjunto da realidade. Sendo seu papel pensar aquilo que é e também aquilo que deve ser. Assim, por mais que o professor seja tecnicista, não conseguirá eximir-se da responsabilidade de fazer com que os alunos pensem, pois somente a apreensão de conceitos prontos já faz com que os educandos passem a problematizar a realidade em que vivem, seja comparando-a com o pensamento dos grandes mestres, seja apenas entendendo o porque dessa forma de pensar. Dessa forma, é importante discutir o método de ensino de filosofia. Dois pensadores se destacam neste sentido: Hegel e Kant. O primeiro propõe o ensino da história da filosofia; Kant, no entanto, propõe que

 [...]Não é possível aprender qualquer filosofia; pois onde esta 
se encontra, quem a possui e segundo quais caracteristicas se 
pode reconhece-la? Só é possível aprender a filosofia, ou seja, 
exercitar o talento da razao, fazendo-o seguir os seus princípios 
universais em certas tentativas filosóficas já existentes, mas 
sempre reservando à razão o direito de investiar aqueles 
princípios até mesmo em suas fontes, confirmando-os ou 
rejeitando-os... (KANT, 1980, p. 208-209)

Propondo assim que o homem é um ser racional em busca de perfectibilidade, que pode se auto-formar. Esse pensamento kantiano permite leques de inferência, a exemplo da improcedência de se fazer com que o aluno tenha simplesmente erudição ou que memorize conteúdos. Isto apenas tornaria o aluno dependente, pois esta não é a maneira correta de usar a razão.Quando o professor se deixa levar por este tipo de displicência, tem-se a indicação de que ele não pensa, não tem coragem de posicionar-se, permanece numa condição de absoluta menoridade; ele não pesquisa, não estuda e limita-se a passar esquemas prontos. É isto que Freire chama de educação bancária: 

“Para o ‘educador-bancário’, na sua antidialogicidade, a 
pergunta, obviamente, não é a propósito do diálogo, que para 
ele não existe, mas a respeito do programa sobre o qual 
dissertará a seus alunos. (...) Para o educador-educando, 
dialógico, problematizador, o conteúdo programático da 
educação não é uma doação ou uma imposição... (...) A 
educação autêntica, repitamos, não se faz de ‘A’ para ‘B’ ou de 
‘A’ sobre ‘B’, mas de ‘A’ com ‘B’, mediatizados pelo mundo. 
(FREIRE,1975:98)


Mesmo considerando tudo isto, fica ainda uma questão, mais do que isto, um paradoxo: como aprender a pensar se o aluno ainda não possui conhecimentos suficientemente sólidos? Para Kant isto não é preocupação, visto que todo ser humano educador ou educando naturalmente é pré-condicionado a aprender. Ou seja, o ser humano atinge sua maturidade ou sua maioridade se ele conseguir pensar por si, 
colocar-se no lugar do outro e pensar de forma conseqüente. 

Este pressuposto pedagógico que vincula disciplina e conteúdos como ponto de partida para romper com o estado de inércia da primeira natureza — também entendido em Hegel como alienação — toma como palco de realização e aperfeiçoamento dos seres humanos, não tanto o indivíduo, mas a História. Hegel concorda com Kant de que a constituição humana acontece a partir de sua formação que tem seu sentido na perfectibilidade do gênero humano, no entanto, isto se insere numa totalidade maior que ora é o Estado, ora a sociedade civil, ora a própria história. Portanto, a ascensão cultural do espírito é resultado de um processo de formação com certo nível de complexidade. Consiste no esforço de elevar o indivíduo do em si, da imediaticidade, para uma posição superior na qual ele possa identificar-se seu este outro que é a cultura. Transpondo esta situação para o ensino, para que isto seja possível, o educando tem de aprender os conteúdos filosóficos e não apenas a filosofar. 

A partir destas duas posições, em princípio contrárias, podemos visualizar o quão desafiador é o ensino de filosofia num país como o Brasil, dependente de políticas educacionais muitas vezes impostas por organismos internacionais como o Banco Mundial. Neste sentido, pode-se refletir acerca do objetivo da filosofia como disciplina no ensino médio e o método a ser usado que alcance este objetivo. 

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei 9394/96, é ampla ao definir o papel da filosofia no ensino médio, mas tem por dever suscitar o desejo de conhecimento capaz de integrar o homem, o mundo e a natureza num projeto de compreensão existencial e transformação consciente. Neste sentido, é necessário identificar o papel da filosofia no processo educacional o que significa não tratá-la apenas como mais uma disciplina, pura e tão somente, mas como uma prática reflexiva (práxis), que auxilie na descoberta da identidade do homem diante da natureza, na construção da liberdade e na transformação consciente da realidade. 

 É evidente que tarefas tão árduas e complexas não são privilégios da filosofia isoladamente. Tal empreitada exige uma relação minimamente interdisciplinar, cabendo à filosofia uma tarefa definida entre as demais igualmente definidas, porém unidas quanto aos objetivos centrais. Portanto, o ensino de filosofia dialoga com as outras formas de conhecimento. O que, leva a pensar o ensino de filosofia também como diálogo entre educandos e entre estes e seus educadores. Portanto, pelo diálogo imprescindível filosofa-se e se conhece a cultura humana. Em outras palavras pode-se dizer que pelo diálogo há interação entre sujeitos-sociedade-conhecimentos. 

Ou seja, interdisciplinaridade exige atitude de abertura e responsabilidade. De forma que resgata a importância do “outro”, sem o qual não pode haver a troca mútua da evolução do pensamento e da linguagem, e amplia os horizontes dentro do processo sócio-histórico educacional, resgatando a importância do conhecimento das potencialidades, dos limites, das diferenças e do processo criativo de cada ciência, respeitando-se, assim, a relatividade entre elas. Há, pois, a transformação de um pensamento lógico formal em um pensamento dialético, porque não pressupõe a unificação de diferentes saberes, mas a construção incessante de relações entre os mesmos. 

Dentro desse âmbito de observação é cabível perceber que a prática da interdisciplinaridade está inteiramente relacionada à pesquisa, conforme podemos observar na seguinte citação: 

“O professor, na perspectiva da interdisciplinaridade, não é um 
mero repassador de conhecimentos, mas é reconstrutor 
juntamente com seus alunos; o professor é, conseqüentemente, 
um pesquisador que possibilita aos alunos, também, a prática 
da pesquisa. A problematização como metodologia para a 
reconstrução de construtos dá condições ao aluno de mover-se 
no âmbito das teorias, das diferentes áreas do saber, 
construindo a teia de relações que vai torná-lo autônomo diante 
da autoridade do saber. O professor pesquisador constitui-se, 
portanto, em agente necessário de uma formação calçada na 
interdisciplinaridade .”(Tomazetti, 1998, p. 13). 
 
Problematizar a realidade para ensinar filosofia, pressupõe dialogar acerca da mesma – tanto da filosofia quanto da realidade - ou seja, no ensino de filosofia, o docente e o sistema educacional, querendo ou não, possibilitam que o educando seja também dialógico-problematizador. Entender que a filosofia é ato político visto discutir as relações humanas e sociais, leva à consciência de ação transformadora, senão da realidade como um todo, da própria vida do educando. 


CARLOS EDUARDO PINHEIRO BRITO 
UNISC


O jovem e as estrelas-do-mar













“Numa praia tranquila, junto a uma colônia de pescadores, morava um escritor.


Todas as manhãs, ele passeava pela praia, olhando as ondas. Assim ele se inspirava e, à tarde, ficava em casa, escrevendo.


Um dia, caminhando pela areia, ele observou um vulto que parecia dançar. Chegou mais perto e viu que era um jovem pegando, na areia, as estrelas-do-mar, uma por uma e jogando-as depois de volta ao oceano.


- E aí? – disse lhe o jovem num sorriso, sem parar o que fazia.


- Por que você está fazendo isso? – perguntou o escritor, furioso.


- Não vê que a maré baixou e o Sol está brilhando forte? Se estas estrelas ficarem aqui na areia vão secar ao sol e morrer!


O escritor até que achou bonita e louvável a intenção do garoto, mas deu um sorriso cético e comentou:


- Só que existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, meu caro. Centenas de milhares de estrelas-do-mar devem estar espalhadas por todas essas praias, trazidas pelas ondas. Você aqui, jogando umas poucas de volta ao oceano, que diferença faz?


-Pra esta, eu fiz diferença.


Naquela tarde, o escritor não conseguiu escrever. De noite, mal conseguiu dormir. De manhãzinha, foi para a praia.


O jovem pegava as primeiras ondas do dia com sua prancha. Quando saiu do mar e foi para a areia, encontrou o escritor. Juntos, com o Sol ainda manso e começando a subir, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano”.


Fonte: A MAGIA DA COMUNICAÇÃO, Dr. LAIR RIBEIRO, Editora Moderna, São Paulo, 1997., pag.19/21.

quarta-feira, 5 de março de 2014

A força das palavras



Sapo
As palavras podem tanto nos ajudar como também nos atrapalhar. Tudo depende do modo como nós a recebemos e lidamos com elas…

Entre a bicharada da floresta, também havia olimpíadas…
E claro, no meio das competições, havia a prova de salto a distância…

Os sapinhos, competindo entre si, foram desafiados por todos os outros bichos a pular uma distância considerada por todos impossível de ser batida para um deles quebrar o recorde da prova.


Os torcedores, que acompanhavam o esforço dos mesmos, diziam: “Não vão conseguir! É demais para vocês, a distancia é muito grande…”.


E realmente, um a um, os sapinhos iam tentando, sem exito, tentar bater o recorde da prova, e a platéia gritando: “Não faz mal… é impossível mesmo… ninguém consegue mesmo, podem desistir!”


Até que, de repente, quando chegou a vez de um determinado sapinho pular, surpreendendo a todos, ele saltou uma distância ainda maior do que a desafiada…
Com suas bocas abertas, os outros sapinhos se aproximaram do grande campeão e então descobriram seu segredo do seu sucesso na prova:

- O sapinho, o grande campeão, era surdo!!!


Pense nisso quando as pessoas a sua volta desencorajarem você a correr atrás de algum objetivo seu. Tirando algumas situações que estão fora de nosso controle, só você mesmo pode impor limites e barreiras ao seus desejos.


Fonte: FR promotora

sábado, 1 de março de 2014

Livros para baixar na internet


Madame Bovary  -  http://lelivros.li/book/madame-bovary-gustave-flaubert/#

Iracema  -  http://lelivros.li/book/download-livro-iracema-jose-de-alencar-em-epub-mobi-e-pdf/

O primo Basílio  -  http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ph000227.pdf

Lucíola  -  http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000035.pdf

Senhora  -  http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000011.pdf

O Guarani  -  http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000135.pdf