segunda-feira, 8 de setembro de 2014

      Formação Educacional





Professores da Rede Estadual de Minas Gerais, mais precisamente de João Monlevade estão participando de formação para conhecimento e manuseio de tecnologias, como: Lousa Digital e Tablet Educacional, na Escola Estadual Luis Prisco de Braga, entre os dias 20 de agosto a 12 de setembro.

A condução do evento está sendo feita por parte da senhorita Naira Mota Araújo, coordenadora do Núcleo de Tecnologia Educacional, SRE de Nova Era. 

Estão sendo momentos de crescimento do aprendizado profissional, fazendo com que professores e demais profissionais da educação possam enriquecer o trabalho em sala de aula através do uso de novas tecnologias mantidas pelo Estado de Minas Gerais.

Seguem abaixo algumas fotos dos momentos de formação - tablet educacional.

Naira

Patrícia - a sorridente...
Grupo atencioso

Olha a concentração





Alô Gilmara
A dupla dinâmica...

Terezinha - alvinopolense
Atenção galera!!!





Oba, aprendi.
Olha só quem está aqui...






Concentração total
Gente fina.







Pura colaboração





Saindo fumaça...
Sorria, você está sendo fotografada.

Mãos na grana.

Quanta felicidade.








Sorria...
Dupla dinâmica




Valeu a pena...queremos mais.


segunda-feira, 1 de setembro de 2014



O PANGARÉ


Texto adaptado do original de Nelson Aprigio de Lima


Em 1990 havia um cavalo pangaré chamado Mumu dos Anjos que era usado por um catador de papelão para puxar a carroça. Mumu subia e descia o morro de uma Favela no Rio de Janeiro carregando um pesado e ingrato fardo de coisas velhas e papelão usado; se alimentava de mato, pedaços de velhas espigas de milhos, e todo tipo de sobras que lhe davam. Esta era a vida de Mumu e parecia também ser o seu destino, até que seu dono decidiu vendê-lo.

Por coincidência, naquela na região havia um homem buscando um cavalo para dar à sua filha adolescente que estava aprendendo a cavalgar, e por esta razão estava tentando encontrar um pangaré. Este mesmo homem tinha também um cavalo de raça que estaria participando de um torneio na Hípica do Rio de Janeiro.

No dia anterior à competição o cavalo de raça se machucou e ficou impedido de participar do torneio, e a única maneira de manter o nome da equipe inscrita no torneio seria colocar outro cavalo no lugar do cavalo machucado. Adivinhem que foi o felizardo? Ele mesmo: o pangaré Mumu.

Mesmo desengonçado, sem treinamento, sem pedigree e sem história, Mumu entendeu que a vida lhe estava abrindo uma porta, e decidiu correr muito; ele correu, correu, correu como nunca antes o fizera, e ganhou a corrida!

Anos depois Mumu era transportado de avião para os vários países que competia, seu preço estava por volta de Meio Milhão de Dólares, e sua alimentação era à base de ração importada.

Moral da história:

Oportunidades sempre surgirão, porém, aproveitá-las ou não é algo que cabe a cada um de nós decidir. Podemos dar o nosso melhor e correr em direção a elas, ou continuar em nossa zona de conforto buscando justificativas para não sair do lugar.